Quem disse que não ganhamos medalhas:
http://www.youtube.com/watch?v=7YiTBxZ7I4A
e a subia ao pódio com direito a hino
http://www.youtube.com/watch?v=5kBEckhSrjY&feature=related
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Prémio de equitação para jovem com T21
Reportagem postada hoje no site da FPH
( Federação Paulista de Hipismo) Notícias
http://www.fph.com.br/noticia.php?id=854
(vão ver a fotos que vale a pena)
Claudio Aleoni Arruda, atleta com síndrome de down, conquista o 10º posto na Regional Metropolitana de Equitação Fundamental
Superação e vitória Claudio Aleoni Arruda, portador de síndrome do down, começou a aprender a cavalgar com o pai aos 5 anos de idade, em Santana do Deserto (MG), onde sua família tem uma propiedade.
Com muita dedicação e talento, Claudio colhe resultados participando em provas da Equitação Fundamental. Na adolescência passou a levar o esporte mais sério, aprendeu a montar e depois a saltar na Escola de Equitação da Sociedade Hípica Paulista. Já são 9 anos de muita dedicação, treinamento e, é claro, merecido sucesso. "Hoje, aos 23 anos, ele é campeão no hipismo", orgulha-se sua mãe Lisabeth Aleoni Arruda. Não é para menos: Claudio conquistou o 10º posto na concorrida série preliminar (0,60m) entre as Escolas da Regional Metropolitana entre um total de 108 concorrentes.
Versatilidade - Montando diferentes cavalos, Claudio não vê dificuldades e garante estar se divertindo. "É muito gostoso!"
Mas Claudio coleciona vitórias não somente a cavalo. Em outubro de 2008, o jovem e dedicado rapaz completou dois anos trabalhando com carteira assinada no Restaurante Applebee´s no Shopping Morumbi em São Paulo. "Trabalho de 2ª a 6ª", conta Claudio que não vê problemas em competir com três diferentes cavalos.
Campeão dentro e fora das pistas: Claudio Arruda, 10º no ranking preliminar da Regional Metropolitana FPH 2008, conta com patrocínio do Restaurante Applebee´s, onde trabalha há mais de ]dois anos
"Não é díficil, é muito bom e gostoso! Fiquei muito feliz com a minha classificação", garante o campeão emendando um agradecimento. "Quero agradecer a minha mãe, ao meu pai, ao meu instrutor Gilvan por todo o apoio e também ao Restaurante Applebee´s que me patrociona nas provas."
Mais um clique do jovem ginete, exemplo de superação, que dá show de categoria em pista
Para a temporada 2009, a expectativa é continuar cada vez mais firme a cavalo. "O Claudio está saltando 0.80m no ranking da Hípica Paulista e nas provas da Fundamental da FPH ele vai ficar na série preliminar para ficar mais ainda mais seguro e firme", adiantou sua mãe Lisabeth.
Fonte: Country Press - Carola May; fotos: cedidas
( Federação Paulista de Hipismo) Notícias
http://www.fph.com.br/noticia.php?id=854
(vão ver a fotos que vale a pena)
Claudio Aleoni Arruda, atleta com síndrome de down, conquista o 10º posto na Regional Metropolitana de Equitação Fundamental
Superação e vitória Claudio Aleoni Arruda, portador de síndrome do down, começou a aprender a cavalgar com o pai aos 5 anos de idade, em Santana do Deserto (MG), onde sua família tem uma propiedade.
Com muita dedicação e talento, Claudio colhe resultados participando em provas da Equitação Fundamental. Na adolescência passou a levar o esporte mais sério, aprendeu a montar e depois a saltar na Escola de Equitação da Sociedade Hípica Paulista. Já são 9 anos de muita dedicação, treinamento e, é claro, merecido sucesso. "Hoje, aos 23 anos, ele é campeão no hipismo", orgulha-se sua mãe Lisabeth Aleoni Arruda. Não é para menos: Claudio conquistou o 10º posto na concorrida série preliminar (0,60m) entre as Escolas da Regional Metropolitana entre um total de 108 concorrentes.
Versatilidade - Montando diferentes cavalos, Claudio não vê dificuldades e garante estar se divertindo. "É muito gostoso!"
Mas Claudio coleciona vitórias não somente a cavalo. Em outubro de 2008, o jovem e dedicado rapaz completou dois anos trabalhando com carteira assinada no Restaurante Applebee´s no Shopping Morumbi em São Paulo. "Trabalho de 2ª a 6ª", conta Claudio que não vê problemas em competir com três diferentes cavalos.
Campeão dentro e fora das pistas: Claudio Arruda, 10º no ranking preliminar da Regional Metropolitana FPH 2008, conta com patrocínio do Restaurante Applebee´s, onde trabalha há mais de ]dois anos
"Não é díficil, é muito bom e gostoso! Fiquei muito feliz com a minha classificação", garante o campeão emendando um agradecimento. "Quero agradecer a minha mãe, ao meu pai, ao meu instrutor Gilvan por todo o apoio e também ao Restaurante Applebee´s que me patrociona nas provas."
Mais um clique do jovem ginete, exemplo de superação, que dá show de categoria em pista
Para a temporada 2009, a expectativa é continuar cada vez mais firme a cavalo. "O Claudio está saltando 0.80m no ranking da Hípica Paulista e nas provas da Fundamental da FPH ele vai ficar na série preliminar para ficar mais ainda mais seguro e firme", adiantou sua mãe Lisabeth.
Fonte: Country Press - Carola May; fotos: cedidas
domingo, 18 de janeiro de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
João Maria (T21) expõe trabalhos na Alemanha
Começou a cerca de 8 meses com duração de cerca de um ano, na Alemanha, uma exposição com quadros exclusivamente , pintados por jovens como o João Maria , e outros com diferentes deficiências, vindos de mais de 50 paises.Recebemos a edicção , com todas as biografias e quadros expostos ( o do João Maria ocupou um a página inteira , logo no início do livro).
Certamente muitos jovens , com trissomia 21 e outras farão belissimos trabalhos artísticos , e que poderiam eventualmente ser divulgados.
Bom ano para todos.
João Rebelo de Andrade
domingo, 11 de janeiro de 2009
Sugestão de leitura: Guardião de Mémorias (Kim Edwards)
Guardião de Memórias" é uma fascinante história sobre vidas paralelas, famílias separadas pelo destino, segredos do passado e o infinito poder do amor verdadeiro.
Inverno de 1964. Uma violenta tempestade de neve obriga o Dr. David Henry a fazer o parto de seus filhos gémeos. O menino, primeiro a nascer, é perfeitamente saudável, mas o médico logo reconhece na menina sinais de síndrome de Down. Guiado por um impulso irrefreável e por dolorosas lembranças do passado, Dr. Henry toma uma decisão que mudará para sempre a vida de todos e o assombrará até a morte: ele pede que sua enfermeira, Carolina, entregue a criança para adopção e diz à esposa que a menina não sobreviveu.
Tocada pela fragilidade do bebé, Carolina decide sair da cidade e criar Phoebe como sua própria filha.
Norah, a mãe, jamais consegue recuperar do imenso vazio causado pela ausência da menina. A partir daí, uma intrincada trama de segredos, mentiras e traições se desenrola, abrindo feridas que nem o tempo será capaz de curar.
Inverno de 1964. Uma violenta tempestade de neve obriga o Dr. David Henry a fazer o parto de seus filhos gémeos. O menino, primeiro a nascer, é perfeitamente saudável, mas o médico logo reconhece na menina sinais de síndrome de Down. Guiado por um impulso irrefreável e por dolorosas lembranças do passado, Dr. Henry toma uma decisão que mudará para sempre a vida de todos e o assombrará até a morte: ele pede que sua enfermeira, Carolina, entregue a criança para adopção e diz à esposa que a menina não sobreviveu.
Tocada pela fragilidade do bebé, Carolina decide sair da cidade e criar Phoebe como sua própria filha.
Norah, a mãe, jamais consegue recuperar do imenso vazio causado pela ausência da menina. A partir daí, uma intrincada trama de segredos, mentiras e traições se desenrola, abrindo feridas que nem o tempo será capaz de curar.
Grupo de discussão sobre T21
Criamos um grupo de discussão sobre Trissomia 21 aberto a todos os interessados (pais, familiares, amigos, terapeutas...)
Caso tenha interesse ou conheça alguém que queira participar, envie-nos um pedido de adesão para o seguintes e.mail
pais21_appt21@googlegroups.com
Caso tenha interesse ou conheça alguém que queira participar, envie-nos um pedido de adesão para o seguintes e.mail
pais21_appt21@googlegroups.com
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Disbicicléticos, por Emilio Ruiz Rodriguez*
Dani é uma criança que não sabe andar de bicicleta. Todas as outras crianças do seu bairro já andam de bicicleta; os da sua escola já andam de bicicleta; os da sua idade já andam de bicicleta. Foi chamado um psicólogo para que estude seu caso. Fez uma investigação, realizou alguns testes (coordenação motora, força, equilíbrio e muitos outros; falou com seus pais, com seus professores, com seus vizinhos e com seus colegas de classe) e chegou a uma conclusão: esta criança tem um problema, tem dificuldades para andar de bicicleta. Dani é disbiciclético.Agora podemos ficar tranqüilos, pois já temos um diagnóstico. Agora temos a explicação: o garoto não anda de bicicleta porque é disbiciclético e é disbiciclético porque não anda de bicicleta. Um círculo vicioso tranqüilizador. Pesquisando no dicionário, diríamos que estamos diante de uma tautologia, uma definição circular. “Por qué la adormidera duerme? La adormidera duerme porque tiene poder dormitivo”. Pouco importa, porque o diagnóstico, a classificação, exime de responsabilidade aqueles que rodeiam Dani. Todo o peso passa para as costas da criança. Pouco podemos fazer. O garoto é disbiciclético! O problema é dele. A culpa é dele. Nasceu assim.
O que podemos fazer?Pouco importa se na casa de Dani seus pais não tivessem tempo para compartilhar com ele, ensinando-o a andar de bicicleta. Porque para aprender a andar de bicicleta é necessário tempo e auxílio de outras pessoas. Pouco importa que não tenham colocado rodinhas auxiliares ao começar a andar de bicicleta. Porque é preciso ajuda e adaptações quando se está começando.Pouco importa que não haja, nas redondezas de sua casa, clubes esportivos com ciclistas com quem ele pudesse se relacionar, ou amigos ciclistas no bairro que o motivassem. Porque, para aprender a andar de bicicleta não pode faltar motivação e vontade de aprender. E pessoas que incentivem! Pouco importa, enfim, que o garoto não tivesse bicicleta porque seus pais não puderam comprá-la. Porque para aprender a andar de bicicleta é preciso uma bicicleta. (Felizmente, os pais de Dani, prevendo a possibilidade de seu filho ser disbiciclético, preferiram não comprar uma bicicleta até consultar um psicólogo.)
Transportando este exemplo para o campo da síndrome de Down, o processo é semelhante. Desde quando a criança é muito pequena, apenas um recém-nascido, é feito um diagnóstico – trissomia do cromossomo 21 – por um médico especialista, e verificado, com uma prova científica, o cariótipo.
A partir disso, entramos em um círculo vicioso no qual os problemas justificam o diagnóstico, o qual, por sua vez, é justificado pelos problemas.
Por que a criança não cumprimenta, não diz bom-dia quando chega, nem adeus quando vai embora? “É que ela tem síndrome de Down”. Ah, bom! Achei que era mal-educada.
Por que a criança não se veste sozinha, e sua mãe a veste e despe todos os dias, se já tem oito anos? “É que ela tem síndrome de Down”. Ah, bom! Pensei que não lhe tinham ensinado.
Por que continua a tomar mamadeiras se já tem seis anos? “É que ela tem síndrome de Down”. Ah, bom! Imaginei que era comodismo de seus pais.
Por que a criança não sabe ler? “É que ela tem síndrome de Down”. Ah, bom! Pensei que não lhe haviam ensinado.
Por que não anda de ônibus ? “É que ela tem síndrome de Down”. Ah, bom! Pensei que não lhe permitiam fazer isso.
E, assim, uma lista interminável de supostas dificuldades que, por estarem justificadas pela síndrome de Down, não necessitam de nenhuma intervenção, além da resignação.
Todas as suas dificuldades se devem à síndrome de Down. Podemos estender a qualquer outra deficiência em que o diagnóstico médico ou psicológico possa ser utilizado como desculpa para nos eximirmos de responsabilidades. Se classificamos a criança como disfásica, disléxica, discalcúlica, disgráfica, deficiente visual ou auditiva, mental ou motora, disártrica ou simplesmente disbiciclética, estamos fazendo algo mais do que “colocar um nome” no que pode acontecer com uma criança. Estamos criando expectativas naqueles que a cercam. Por isso, eu sugiro que antes de comprar uma bicicleta para seu filho ou sua filha, comprove que não sejam disbicicléticos. Não vá que aconteça imediatamente após a compra dar-se conta de que se jogou dinheiro fora.
* Psicologo
publicado em zerohora.com
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2349039.xml&template=3898.dwt&edition=11379§ion=1012
O que podemos fazer?Pouco importa se na casa de Dani seus pais não tivessem tempo para compartilhar com ele, ensinando-o a andar de bicicleta. Porque para aprender a andar de bicicleta é necessário tempo e auxílio de outras pessoas. Pouco importa que não tenham colocado rodinhas auxiliares ao começar a andar de bicicleta. Porque é preciso ajuda e adaptações quando se está começando.Pouco importa que não haja, nas redondezas de sua casa, clubes esportivos com ciclistas com quem ele pudesse se relacionar, ou amigos ciclistas no bairro que o motivassem. Porque, para aprender a andar de bicicleta não pode faltar motivação e vontade de aprender. E pessoas que incentivem! Pouco importa, enfim, que o garoto não tivesse bicicleta porque seus pais não puderam comprá-la. Porque para aprender a andar de bicicleta é preciso uma bicicleta. (Felizmente, os pais de Dani, prevendo a possibilidade de seu filho ser disbiciclético, preferiram não comprar uma bicicleta até consultar um psicólogo.)
Transportando este exemplo para o campo da síndrome de Down, o processo é semelhante. Desde quando a criança é muito pequena, apenas um recém-nascido, é feito um diagnóstico – trissomia do cromossomo 21 – por um médico especialista, e verificado, com uma prova científica, o cariótipo.
A partir disso, entramos em um círculo vicioso no qual os problemas justificam o diagnóstico, o qual, por sua vez, é justificado pelos problemas.
Por que a criança não cumprimenta, não diz bom-dia quando chega, nem adeus quando vai embora? “É que ela tem síndrome de Down”. Ah, bom! Achei que era mal-educada.
Por que a criança não se veste sozinha, e sua mãe a veste e despe todos os dias, se já tem oito anos? “É que ela tem síndrome de Down”. Ah, bom! Pensei que não lhe tinham ensinado.
Por que continua a tomar mamadeiras se já tem seis anos? “É que ela tem síndrome de Down”. Ah, bom! Imaginei que era comodismo de seus pais.
Por que a criança não sabe ler? “É que ela tem síndrome de Down”. Ah, bom! Pensei que não lhe haviam ensinado.
Por que não anda de ônibus ? “É que ela tem síndrome de Down”. Ah, bom! Pensei que não lhe permitiam fazer isso.
E, assim, uma lista interminável de supostas dificuldades que, por estarem justificadas pela síndrome de Down, não necessitam de nenhuma intervenção, além da resignação.
Todas as suas dificuldades se devem à síndrome de Down. Podemos estender a qualquer outra deficiência em que o diagnóstico médico ou psicológico possa ser utilizado como desculpa para nos eximirmos de responsabilidades. Se classificamos a criança como disfásica, disléxica, discalcúlica, disgráfica, deficiente visual ou auditiva, mental ou motora, disártrica ou simplesmente disbiciclética, estamos fazendo algo mais do que “colocar um nome” no que pode acontecer com uma criança. Estamos criando expectativas naqueles que a cercam. Por isso, eu sugiro que antes de comprar uma bicicleta para seu filho ou sua filha, comprove que não sejam disbicicléticos. Não vá que aconteça imediatamente após a compra dar-se conta de que se jogou dinheiro fora.
* Psicologo
publicado em zerohora.com
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2349039.xml&template=3898.dwt&edition=11379§ion=1012
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Mundiais de Natação: Quatro medalhas logo no primeiro dia
http://www.algarvedesporto.pt/index.php?option=content&task=view&id=8123&Itemid=2
Albufeira foi ‘capital’ da natação mundial
Sexta, 05 de Dezembro de 2008
Fábio Fernandes (25 metros livres), Mannie NG (200m costas), Filipe Santos (50m costas) e Ivan Simmons (25m bruços) conquistaram, para Portugal, medalhas de ouro no 4º Campeonato do Mundo de Natação Síndrome Down, torneio que pela primeira vez teve lugar em Portugal. Durante 8 dias a cidade de Albufeira foi a capital da natação.
Logo no primeiro dia do Campeonato do Mundo de Natação Síndrome Down, Portugal conquistou quatro medalhas. Durante a manhã, José Vieira conquistou a medalha de Prata na Final C dos 50m bruços e Ricardo Pires arrecadou o Bronze na Final D, na mesma prova. À tarde, Fábio Fernandes ganhou a medalha de Ouro na Final E dos 25m livres e José Teixeira a medalha de Prata. A nadadora portuguesa Mannie NG conseguiu, no segundo dia de competições, a medalha de Ouro ao sagrar-se campeã dos 200m costas. Mannie NG apresentou-se em grande forma e bateu, igualmente, o recorde do Mundo com o tempo de 3.35.19, retirando 12,47s à sua marca de inscrição.
A atleta lusa já conquistou sete medalhas em Finais A no Mundial da África do Sul, em 2004, e duas Medalhas no Mundial da Irlanda, em 2006. Filipe Santos arrecadou a medalha de Ouro na Final F do Torneio Internacional dos 50m costas e Ricardo Pires subiu também ao pódio ao conquistar a Prata na Final E dos 100m livres. Depois do dia de descanso no Mundial de Natação, a equipa portuguesa regressou à competição para bater quatro recordes nacionais, arrecadando cinco medalhas no Torneio Internacional e Mannie apurou-se para mais duas finais do Campeonato do Mundo: 100m costas e 50m bruços. Neste dia de competições, Portugal conquistou ainda cinco medalhas: Ricardo Pires, nos 200m estilos, arrecadou o Bronze na Final B, Ivan Simmons nos 25m bruços subiu ao pódio com o Ouro na Final C, Carina Pereira ganhou 2 Medalhas de Prata em Finais C, dos 25m costas e dos 50m bruços, e José Teixeira alcançou o Bronze na Final C dos 25 bruços. O Campeonato de Natação Síndrome de Down, realizado pela primeira vez em Portugal, teve lugar em Albufeira (27 de Novembro a 4 de Dezembro), e acolheu cerca de 300 atletas, num total de mais de 1000 pessoas entre acompanhantes, técnicos, atletas e familiares, em representação de 24 países.
Albufeira foi ‘capital’ da natação mundial
Sexta, 05 de Dezembro de 2008
Fábio Fernandes (25 metros livres), Mannie NG (200m costas), Filipe Santos (50m costas) e Ivan Simmons (25m bruços) conquistaram, para Portugal, medalhas de ouro no 4º Campeonato do Mundo de Natação Síndrome Down, torneio que pela primeira vez teve lugar em Portugal. Durante 8 dias a cidade de Albufeira foi a capital da natação.
Logo no primeiro dia do Campeonato do Mundo de Natação Síndrome Down, Portugal conquistou quatro medalhas. Durante a manhã, José Vieira conquistou a medalha de Prata na Final C dos 50m bruços e Ricardo Pires arrecadou o Bronze na Final D, na mesma prova. À tarde, Fábio Fernandes ganhou a medalha de Ouro na Final E dos 25m livres e José Teixeira a medalha de Prata. A nadadora portuguesa Mannie NG conseguiu, no segundo dia de competições, a medalha de Ouro ao sagrar-se campeã dos 200m costas. Mannie NG apresentou-se em grande forma e bateu, igualmente, o recorde do Mundo com o tempo de 3.35.19, retirando 12,47s à sua marca de inscrição.
A atleta lusa já conquistou sete medalhas em Finais A no Mundial da África do Sul, em 2004, e duas Medalhas no Mundial da Irlanda, em 2006. Filipe Santos arrecadou a medalha de Ouro na Final F do Torneio Internacional dos 50m costas e Ricardo Pires subiu também ao pódio ao conquistar a Prata na Final E dos 100m livres. Depois do dia de descanso no Mundial de Natação, a equipa portuguesa regressou à competição para bater quatro recordes nacionais, arrecadando cinco medalhas no Torneio Internacional e Mannie apurou-se para mais duas finais do Campeonato do Mundo: 100m costas e 50m bruços. Neste dia de competições, Portugal conquistou ainda cinco medalhas: Ricardo Pires, nos 200m estilos, arrecadou o Bronze na Final B, Ivan Simmons nos 25m bruços subiu ao pódio com o Ouro na Final C, Carina Pereira ganhou 2 Medalhas de Prata em Finais C, dos 25m costas e dos 50m bruços, e José Teixeira alcançou o Bronze na Final C dos 25 bruços. O Campeonato de Natação Síndrome de Down, realizado pela primeira vez em Portugal, teve lugar em Albufeira (27 de Novembro a 4 de Dezembro), e acolheu cerca de 300 atletas, num total de mais de 1000 pessoas entre acompanhantes, técnicos, atletas e familiares, em representação de 24 países.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Acção IOL a favor do Diferenças
Bárbara é apenas uma das muitas crianças que são ajudadas pelo Centro de Desenvolvimento Infantil DIFERENÇAS.Queremos fazer a diferença por todas as crianças que, como ela, têm diferenças, por isso este Natal decidimos ser… diferentes!
Basta ir a http://www.nataldiferente.iol.pt/ e deixar uma mensagem de Boas Festas na Árvore Solidária e faça uma estrela brilhar. Todas as mensagens são, automaticamente, convertidas em estrelas e poderão ser vistas no site por todos os visitantes.
Por cada estrela a brilhar o IOL irá oferecer 0,10€ ao DIFERENÇAS. É só aceder no link e deixar a vossa mensagem de Boas Festas.
É rápido, fácil e muito solidário!
"A História de Natal de Auggie Wren" - Conto do escritor Paul Auster apoia projecto da APPT21

Em parceria com a MHIJ Editores, por cada download do aúdio-livro, dois euros revertem a favor das crianças portadoras de Trissomia 21
A Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21 (APPT 21), na qual está integrado o espaço Diferenças, acaba de celebrar uma parceria de cooperação com a MHIJ Editores. No âmbito deste acordo, por cada download do aúdio-livro “A História de Natal de Auggie Wren”, a MHIJ doará dois euros a favor da APPT 21 e do Centro de Desenvolvimento Infantil Diferenças. Este conto natalício, da autoria do escritor Paul Auster, está disponível, em formato MP3, em http://www.mhij.pt/ e tem um custo unitário de seis euros.
Paul Auster compra as suas cigarrilhas holandesas numa tabacaria de Brooklyn, cujo proprietário, Auggie Wren, tem um curioso hábito de fotografar a sua rua a diversas horas, em diferentes estações, ano após ano. No Natal de 1990, o The New York Times pediu a Paul Auster um conto natalício. E o escritor inspirou-se em Auggie Wren para contar uma história plena de ternura.
Num registo que lhe é característico e que explica, em parte, o sucesso deste autor, “A História de Natal de Auggie Wren” aproxima-se de outras obras narrativas de Paul Auster pela forma como aborda os dilemas e os conflitos humanos, num ambiente verosímil e perfeitamente identificável. A temática natalícia, a solidão nas grandes cidades, a velhice e o abandono são alguns dos tópicos aflorados numa pormenorizada descrição que conta, em Portugal, com ilustração narrativa do conceituado jornalista Henrique Garcia.
A Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21 (APPT 21), na qual está integrado o espaço Diferenças, acaba de celebrar uma parceria de cooperação com a MHIJ Editores. No âmbito deste acordo, por cada download do aúdio-livro “A História de Natal de Auggie Wren”, a MHIJ doará dois euros a favor da APPT 21 e do Centro de Desenvolvimento Infantil Diferenças. Este conto natalício, da autoria do escritor Paul Auster, está disponível, em formato MP3, em http://www.mhij.pt/ e tem um custo unitário de seis euros.
Paul Auster compra as suas cigarrilhas holandesas numa tabacaria de Brooklyn, cujo proprietário, Auggie Wren, tem um curioso hábito de fotografar a sua rua a diversas horas, em diferentes estações, ano após ano. No Natal de 1990, o The New York Times pediu a Paul Auster um conto natalício. E o escritor inspirou-se em Auggie Wren para contar uma história plena de ternura.
Num registo que lhe é característico e que explica, em parte, o sucesso deste autor, “A História de Natal de Auggie Wren” aproxima-se de outras obras narrativas de Paul Auster pela forma como aborda os dilemas e os conflitos humanos, num ambiente verosímil e perfeitamente identificável. A temática natalícia, a solidão nas grandes cidades, a velhice e o abandono são alguns dos tópicos aflorados numa pormenorizada descrição que conta, em Portugal, com ilustração narrativa do conceituado jornalista Henrique Garcia.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Dia 3 de Dezembro 2008: Dia Internacional da Pessoa com Deficiência
Neste dia Internacional da Pessoa com Deficiência, enviaram-me este texto que se enquadra perfeitamente na realidade das pessoas com deficiência.
Vale a pena reflectir nesta pequena história e divulgá-la.
Sandra Morato
“ (...)
O VASO DA VELHA CHINESA :
Uma chinesa velha tinha dois grandes vasos, cada um suspenso na extremidade de uma vara que ela carregava nas costas.
Um dos vasos era rachado e o outro era perfeito. Todos os dias ela ía ao rio buscar água, e ao fim da longa caminhada do rio até casa o vaso perfeito chegava sempre cheio de água, enquanto o rachado chegava meio vazio.
Durante muito tempo a coisa foi andando assim, com a senhora chegando a casa somente com um vaso e meio de água.
Naturalmente o vaso perfeito tinha muito orgulho do seu próprio resultado - e o pobre vaso rachado tinha vergonha do seu defeito, de conseguir fazer só a metade daquilo que deveria fazer.
Ao fim de dois anos, reflectindo sobre a sua própria amarga derrota de ser 'rachado', durante o caminho para o rio o vaso rachado disse à velha :
Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura que tenho faz-me perder metade da água durante o caminho até à sua casa ...'
A velhinha sorriu :
Reparaste que lindas flores há no teu lado do caminho, somente no teu lado do caminho ? Eu sempre soube do teu defeito e portanto plantei sementes de flores na beira da estrada do teu lado. E todos os dias, enquanto voltávamos do rio, tu regava-las.
Foi assim que durante dois anos pude apanhar belas flores para enfeitar a mesa e alegrar o meu jantar. Se tu não fosses como és, eu não teria tido aquelas maravilhas na minha casa !'
Cada um de nós tem o seu defeito próprio : mas é o defeito que cada um de nós tem, que faz com que nossa convivência seja interessante e gratificante.
É preciso aceitar cada um pelo que é ... e descobrir o que há de bom nele !
Portanto, meu 'defeituoso' lado amigo/a, desejo que tenhas um bom dia e que te lembres de regar as flores do teu do caminho !
Já agora, partilha este texto com algum (ou a todos) os teus amigos/as 'defeituosos'.
Sem esquecer que é 'defeituoso' também quem to mandou ! ... (...)”
Vale a pena reflectir nesta pequena história e divulgá-la.
Sandra Morato
“ (...)
O VASO DA VELHA CHINESA :
Uma chinesa velha tinha dois grandes vasos, cada um suspenso na extremidade de uma vara que ela carregava nas costas.
Um dos vasos era rachado e o outro era perfeito. Todos os dias ela ía ao rio buscar água, e ao fim da longa caminhada do rio até casa o vaso perfeito chegava sempre cheio de água, enquanto o rachado chegava meio vazio.
Durante muito tempo a coisa foi andando assim, com a senhora chegando a casa somente com um vaso e meio de água.
Naturalmente o vaso perfeito tinha muito orgulho do seu próprio resultado - e o pobre vaso rachado tinha vergonha do seu defeito, de conseguir fazer só a metade daquilo que deveria fazer.
Ao fim de dois anos, reflectindo sobre a sua própria amarga derrota de ser 'rachado', durante o caminho para o rio o vaso rachado disse à velha :
Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura que tenho faz-me perder metade da água durante o caminho até à sua casa ...'
A velhinha sorriu :
Reparaste que lindas flores há no teu lado do caminho, somente no teu lado do caminho ? Eu sempre soube do teu defeito e portanto plantei sementes de flores na beira da estrada do teu lado. E todos os dias, enquanto voltávamos do rio, tu regava-las.
Foi assim que durante dois anos pude apanhar belas flores para enfeitar a mesa e alegrar o meu jantar. Se tu não fosses como és, eu não teria tido aquelas maravilhas na minha casa !'
Cada um de nós tem o seu defeito próprio : mas é o defeito que cada um de nós tem, que faz com que nossa convivência seja interessante e gratificante.
É preciso aceitar cada um pelo que é ... e descobrir o que há de bom nele !
Portanto, meu 'defeituoso' lado amigo/a, desejo que tenhas um bom dia e que te lembres de regar as flores do teu do caminho !
Já agora, partilha este texto com algum (ou a todos) os teus amigos/as 'defeituosos'.
Sem esquecer que é 'defeituoso' também quem to mandou ! ... (...)”
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