terça-feira, 6 de setembro de 2011

Petição – Dia Internacional da Síndrome de Down (21/3) reconhecido pela ONU

A Down Syndrome International (DSI), juntamente com outras organizações ao redor do mundo, está lançando uma campanha para que o Dia Internacional da Síndrome de Down, 21 de março (21 / 3), seja reconhecido oficialmente no calendário das Nações Unidas. Para isso, estamos pedindo aos Estados-Membros que adotem uma resolução em 2011 na Assembleia Geral da ONU.

Pessoas com deficiência intelectual são as mais discriminadas e segregadas das pessoas com deficiência. Aqueles que nascem com síndrome de Down mostram a deficiência em seus rostos e há séculos enfrentam preconceito.

Aproximadamente 6 milhões de pessoas em todo o mundo têm síndrome de Down. Para conscientizar a população e valorizar a vida das pessoas com síndrome de Down, a Down Syndrome International declarou o dia 21 de março (21/3) o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data é simbólica porque se refere às três cópias do cromossomo 21 que caracteriza a síndrome de Down. Desde 2006, mais de 60 países ao redor do mundo têm-se esforçado para marcar a data organizando centenas de eventos visando melhorar a qualidade de vida das pessoas com síndrome de Down, pontuar os seus direitos humanos e oferecer-lhes uma oportunidade de serem ouvidas.

Cada ano a voz de pessoas com síndrome de Down e daqueles que vivem e trabalham com elas é mais forte. Auto-defensores têm se pronunciado em escolas, universidades e parlamentos, e os eventos têm sido cada vez mais repercutidos pela mídia, ampliando seu alcance. Com a data reconhecida pela ONU, esperamos espalhar a celebração para muitos outros países, especialmente aqueles onde as pessoas com síndrome de Down ainda são marginalizadas e institucionalizadas, dando-lhes a oportunidade de gozar os seus direitos humanos. A medida também está em sintonia com o artigo 8 da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência das Nações Unidas sobre ações de conscientização.

Assine a petição para que o Dia Internacional seja reconhecido pela ONU e compartilhe-a com seus contatos:

http://www.ipetitions.com/petition/worlddownsyndromeday/

Fonte: Inclusive

sábado, 9 de julho de 2011

Manula Prático para Catequista




A catequista e pedagoga Thaís Rufatto dos Santos, da Diocese de Santo Amaro-SP, Brasil, preparou um manual para catequistas que têm em suas turmas catequizandos com deficiência. Ela trabalha o conceito e a prática da Catequese Inclusiva, dando dicas de como evangelizar a partir da inclusão. Também detalha as diversas deficiências e como lidar com elas.

Assuntos abordados no livro:

Inclusão na catequese
1. A história da inclusão
2. As pessoas com deficiência incluídas nos documentos da Igreja no contexto do ano de 2003
3. Fato da vida: estudo de caso
4. Como a Sagrada Escritura fala dos diferentes
5. A linguagem a ser usada com pessoas com deficiência
6. Como incluir as pessoas com deficiência na catequese
7. As pessoas com deficiência na Sagrada Escritura
8. A catequese e os catequizandos hiperativos, com sérios problemas motores, autistas, psicóticos e com síndromes
9. Os catequizandos com deficiência e a avaliação a
ser feita pelo padre
10. A catequese inclusiva
11. O catequizando com deficiência
12. Catequistas com algum tipo de deficiência
13. As turmas de catequese que acolhem catequizandos com deficiência
14. A preparação dos encontros de catequese com
catequizandos com deficiência
15. O catequista no processo evangelizador inclusivo
se torna catalizador da inclusão na sociedade
16. A avaliação dos catequizandos com deficiência
17. Maria, exemplo de catequese inclusiva
18. Os conteúdos repassados nos encontros de catequese
19. Os catequizandos com deficiência e o
sacramento da penitência
20. “Quando fizestes isso ao menor dos meus irmãos, é a mim que o fizestes”
21. Receita de Catequese Inclusiva
22. Terminologia sobre deficiência na era da inclusão
Anexos:
Anexo I - Projeto pedagógico inclusivo
Anexo II - Subsídios teóricos catequéticos para
evangelizar cada deficiência
Anexo III - Direitos das pessoas com deficiência
Anexo IV - Filmes que abordam as deficiências


Mensagem da autora, ela própria catequista, sobre a essência do ser catequista:

O Manual Prático das Catequistas, foi criado por inspiração de Deus, com o objetivo de apresentar aos catequistas a possibilidade de evangelizar as pessoas com deficiência e conduzi-las à recepção dos sacramentos, através da catequese em grego katá-ekhein, significa ressoar; onde a igreja da o sentido de ressoar a Palavra de Deus hoje (CR 31). E é através do (da)catequista que há alguns destaques a serem considerados, como a ação do Espírito Santo e a catequese para pessoas com deficiência (CR 26).

Sob o tema Como evangelizar as pessoas com deficiência, e uma afirmação: É possível levá-las ao Pai? onde esta resposta, se encontra na abertura do nosso coração ao nosso CHAMADO SER CATEQUISTA e o nosso testemunho, na evangelização do nosso catequizando diferente, e também na Palavra de Deus, quando Deus, não escolhe os capacitados, mas capacita seus escolhidos, que de acordo com o Evangelho de Marcos, também conhecido como Evangelho da Cura e ponto de partida do Projeto Diocesano de Catequese Inclusiva, Uma Catequese de Qualidade para Todos, quando Jesus acolhia a Todos, sem discriminar ninguém, conduz (os) as catequistas a olhar para cada catequizando (a) com o olhar de Jesus diante daquele catequizando diferente e discriminado pela sociedade, e a colocar em prática os ensinamentos de Jesus, quando ele diz:”Quando fizestes isto ao menor dos meus irmãos, é a mim que o fizestes” MT 25,40.

Catequista, você que adquiriu este manual, é um escolhido a dedo por Deus, pois antes do seu nascimento,(Jr 1,5) Deus já havia lhe escolhido (a), para esta missão evangelizadora inclusiva, portanto, jamais diga a Deus:- eu não sei falar, não sei evangelizar esta pessoa, pois o Espírito Santo, lhe dará as palavras acertadas para que aconteça esta evangelização missionária catequética inclusiva,(Lc 21,15) para que nossa sociedade tenha vida e vida em abundância e a partir de cada um (uma) de vocês catequistas, em Jesus, se torne uma sociedade iluminada, inclusiva, acolhedora e fraterna que ama e acolhe os diferentes.

São Paulo, 27 de março de 2010, Festa de Nossa Senhora da Graças.

mais informações na Editora Pão e Vinho

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Mãe 21 no Programa da Fátima Lopes, na TVI

Ontem à tarde, o Bruno e a mãe, Maria João, fizeram mais uma vez um figurão na TV.
Achamos que passaram muito bem a mensagem que ter um filho com T21 é um desafio, cuja receita de sucesso é muito amor, aliás como com qualquer outro filho, independentemente de ter ou não trissomia 21.


sábado, 28 de maio de 2011

Menina com síndrome de Down receberá R$ 40 mil de indenização de shopping em Taubaté (SP)

Fonte

Rodrigo Machado
Especial para o UOL Notícias
Em São José dos Campos (SP)

A Justiça condenou o Taubaté Shopping, centro de compras localizado em Taubaté, a 130 km de São Paulo, a pagar uma indenização de R$ 40 mil a uma família por ter repreendido e recomendado uma criança de 6 anos, portadora de síndrome de Down, a não brincar no parque Criança Mania, empresa locatária dos serviços.

O caso aconteceu em maio deste ano e foi levado à Justiça pela família da menina Andressa. A sentença saiu ontem (26), como preconceituosa e discriminatória em primeira instância, com a aprovação do promotor da Vara da Infância e da Juventude de Taubaté, Antônio Carlos Ozório. Ainda cabe o recurso. Em nota oficial ao UOL Notícias, a administração do shopping informou na tarde desta sexta-feira (27) que recorrerá.

“Entrei com processo para provar que eles estão errados oferecendo este tipo de tratamento aos clientes. Não se pode discriminar e dizer ‘não’ a uma criança portadora de síndrome de Down. É um desrespeito não só contra minha filha e toda a família, mas com a sociedade”, disse a dona de casa Nadir Aparecida Silva, mãe de Andressa.

Segundo ela, o caso começou há um ano, quando levou a pequena Andressa para brincar na piscina de bolinha do parque de diversão do shopping. O local é administrado pela empresa Criança Mania. Na época, logo após o término do tempo da brincadeira, uma funcionária teria orientado Nadir a não levá-la mais para frequentar a piscina de bolinha por ter síndrome de Down.

“Ela disse que as pessoas tinham preconceito e, por isso, não poderia deixá-la brincar com outras crianças. Fiz uma reclamação por escrito depois de ouvir que havia clientes que também teriam preconceito. Um dia depois recebi a ligação da administração do shopping dizendo que não poderia levá-la mais, pois não ofereciam brinquedos especiais para ela.”

Na mesma semana, a família de Nadir entrou na Justiça contra o shopping e a Vara da Infância e da Juventude apontou entendeu que há despreparo dos funcionários tanto do centro de compras quanto da empresa locatária, segundo o promotor Antônio Carlos Ozório.

“É uma lição e serve como aviso para que esse tipo de conduta não ocorra em nenhum lugar. É uma falta de respeito. A sociedade tem de aceitar a diversidade e não excluir as pessoas na vida social, familiar e escolar. A defesa só ‘bateu’ na tecla que advertiram os pais”, disse.

Outro lado

Em nota oficial, o Shopping Taubaté informou "que o processo trata o centro de compras como se fora agente de discriminação e preconceito contra criança portadora de síndrome de Down, o que efetivamente não ocorreu. A piscina de bolinhas é um espaço locado, ou seja, as pessoas que ali trabalham são funcionárias da locatária Criança Mania, não do shopping".

A nota informa que o shopping recorrerá da sentença e ressalta "que o Taubaté Shopping é um espaço público, de caráter absolutamente democrático, que congrega todo tipo de convivência social, onde são benvindas todas as pessoas, independentemente de sua condição econômica ou mesmo de sua opção religiosa, política, social ou de qualquer outra natureza".


quinta-feira, 26 de maio de 2011

A sexualidade dos deficientes intelectuais

A sexualidade dos deficientes intelectuais


de Solange Azevedo,
Revista Época

Deitada no leito do consultório médico, Cíntia Carvalho Bento tira os óculos para enxugar as lágrimas. Era 6 de março. Ela acabara de ouvir, pela primeira vez, os batimentos cardíacos de seu bebê. “Graças a Deus, tem um neném na minha barriga.” Cíntia, de 38 anos, traz no rosto os sinais da síndrome de Down: olhos pequenos e amendoados, boca em forma de arco, bochechas proeminentes. E, na alma, desejos semelhantes aos das mulheres comuns: trabalhar, namorar, casar, ser mãe. Todos realizados. Cíntia nasceu numa família que aprendeu a dialogar e a respeitar, quando possível, suas escolhas. E que não encarou sua deficiência intelectual – característica dos Downs – como um obstáculo incontornável.

“Aceitamos bem os namoros e o casamento da Cíntia. Meu marido e eu sempre achamos que nossa filha deveria levar uma vida próxima do normal”, afirma Jane Carvalho. “A gravidez é que foi um susto. Tivemos medo de que a criança viesse com problemas de saúde. Mas logo descobrimos que não.” Augusto está com 3 meses. “Estou muito feliz. Pego ele no colo, mudo (as fraldas), dou banho”, diz Cíntia. A gestação não foi planejada. Mas Cíntia sempre quis ter um filho. Ela conheceu o marido, Miguel Egídio Bento, na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Florianópolis. Cíntia era aluna. Miguel, hoje com 42 anos, funcionário. A amizade virou namoro bem depois, numa colônia de férias. O casamento, em junho de 2006, foi como nos sonhos dela: vestido de noiva, igreja, festa e lua de mel.

A vida de Cíntia é uma exceção. As relações afetivas e sexuais são o tema mais controverso e cercado de preconceitos no universo da deficiência intelectual – um assunto que mexe com valores morais e culturais. “É necessário derrubar o mito de que as pessoas com deficiência intelectual são assexuadas ou têm a sexualidade exacerbada”, afirma Fernanda Sodelli, diretora do Núcleo de Estudos e Temas em Psicologia. “Elas não são anjos nem feras que precisam ser domadas. E têm o direito de viver a sexualidade.” Isso quer dizer não apenas o direito de transar, mas o de conhecer o próprio corpo e aprender como se comportar na intimidade: saber se cuidar, estabelecer relações, lidar com as emoções, construir a própria identidade.


Entre os deficientes intelectuais é comum querer namorar apenas para ter o prazer de beijar na boca. Ou de andar de mãos dadas. Manifestações normais da sexualidade ainda hoje são interpretadas como problema. Foi o que a psicóloga Fernanda viu no consultório quando um pai a procurou preocupado com o filho de 18 anos, que se masturbava pela casa. O pai contou que tentara explicar que aquele comportamento seria aceitável apenas quando o filho estivesse sozinho. “Pai, o que é sozinho?”, perguntou o rapaz. Ninguém lhe ensinara a diferença entre o público e o privado, e o que é adequado ou inadequado em cada um desses espaços. Na infância, o garoto era obrigado a usar o banheiro de porta aberta. O quarto nem porta tinha. Ele cresceu sendo espionado o tempo todo, sem noção de privacidade.

No caso de Cíntia, seus pais se deram conta de que era hora de o relacionamento com Miguel evoluir para o casamento quando ela pediu permissão para o namorado dormir na casa da família. No final da adolescência, Cíntia já sentia vontade de namorar. Abraçava árvores e fingia beijá-las como se fossem um príncipe. Viveu o primeiro romance no início da década de 1990, aos 21 anos, numa época em que os direitos sexuais e reprodutivos dos deficientes intelectuais nem sequer eram cogitados. A discussão é recente no país. O movimento de inclusão deu visibilidade aos deficientes e abriu frestas nas portas das escolas e do trabalho.

Pela lei brasileira, os direitos sexuais e reprodutivos dos deficientes intelectuais são os mesmos de qualquer outro cidadão. A garantia desses direitos, no entanto, vai além da capacidade do Estado. Depende do bom senso e da disposição das famílias – a maioria marginalizada durante toda a existência e sem o conhecimento necessário para lidar com a complexidade da questão. A principal dificuldade dos deficientes intelectuais é o pensamento abstrato. Como ensiná-los que atos idênticos podem ter intenções e significados diferentes? E que, por isso, alguns seriam permitidos e outros não? Se o namorado bota a mão no seio da garota, é carinho; quando a mão é do tio ou do vizinho, é abuso sexual. Se a mão é do ginecologista, trata-se de um exame de rotina.

Na dúvida, grande parte das famílias encara a superproteção e a repressão da sexualidade como o único caminho para afastar os filhos dos riscos. Deixar de pensar e decidir por eles é uma tarefa custosa e que exige desprendimento. E, se algo der errado, conseguirei conviver com a culpa? Qual é a medida certa da autonomia? A dependência, às vezes mútua, prejudica o desenvolvimento do deficiente. “Os pais precisam ser trabalhados para enxergar primeiro o filho e depois a deficiência”, diz a assistente social Mina Regen, coautora do livro Sexualidade e deficiência: rompendo o silêncio. “É fundamental que as pessoas com deficiência intelectual sejam ouvidas e aprendam a fazer escolhas desde a infância, por mais simples que sejam.” Isso inclui da roupa a vestir até o que comer.

Segundo especialistas, entre todas as deficiências, a intelectual é a mais temida pelas famílias e a mais discriminada pela sociedade. “Somos educados para acreditar que existe uma hierarquia entre condições humanas”, diz Claudia Werneck, superintendente da Escola de Gente, uma ONG baseada no Rio de Janeiro que desenvolve projetos de inclusão social. “No colégio, as boas notas fazem a alegria dos pais. A felicidade do filho fica em segundo plano.” A Escola de Gente mediu os níveis de intolerância aos deficientes intelectuais em mais de 300 oficinas feitas em dez países. Num determinado momento da exposição, uma pergunta é feita à plateia: “Quem daqui é gente?”. O palestrante segue fazendo questionamentos que provocam o público. “Pelo menos 90% dos presentes dizem que é humano quem tem o intelecto funcionando bem”, afirma Claudia.

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http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI96551-15228,00.html

domingo, 1 de maio de 2011

Portador da Síndrome de Down não deve ter cuidados excessivos

Os portadores da Síndrome de Down não devem ter cuidados excessivos. O alerta é da psicóloga da superinfância, Penélope Xinenes. Segundo ela, a superproteção é prejudicial para o desenvolvimento de qualquer criança, deficiente ou não. “Dependendo da necessidade especial, a criança vai ter algumas limitações físicas, mas os pais nunca devem protegê-los demais. Essa criança vai se desenvolver como as outras, por isso devem ser tratadas normalmente”, comentou a psicóloga.

O caso de Lúcio é um exemplo de desenvolvimento bem-sucedido. Lúcio nasceu com síndrome de Down, mas ao longo de seus 14 anos, sempre foi tratado da mesma forma que as outras crianças. Sua mãe, Lurdinha Piantini Danezy, acredita que o desenvolvimento de uma pessoa portadora de necessidades especiais está diretamente ligado ao comportamento da família, que segundo ela, precisa aceitar o diagnóstico e rejeitar o prognóstico.

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Portal ORM

sábado, 30 de abril de 2011

Feliz dia da Mãe

Desejamos a todas as mães um dia feliz.

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quinta-feira, 31 de março de 2011

Encontro de Familias na Maia, no dia 26 de Março

O Amor não conta cromossomas foi o lema escolhido para o 1º Encontro de Familias Portadoras de Trissomia 21.

A Ideia partiu duma mãe do nosso grupo Pais21, Ana Sottomayor, que sentiu a necessidade de mostrar aos filhos que há muitas famílias iguais à sua.
Foi uma tarde de troca experiências, e o convívio de pessoas que muitas vezes se deparam com os mesmo problemas. Além disso, podemos contar com várias apresentações das quais destacamos a presença de um jovem com T21 que partilhou connosco algumas experiências pessoais. Assim como, três irmãos entre os 12 e 20 anos, que nos falaram do que é ser irmão de uma pessoa com T21

Mais sobre o encontro em Ajudas.com.

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domingo, 20 de março de 2011

Acontece: amanhã, dia 21 de Março, em Coimbra

Convite da Associação Olhar 21 para a comemoração do dia 21 de Março.
Venha comemorar connosco!


segunda-feira, 14 de março de 2011

Comemoração do dia 21 de Março na Olhar 21 em Coimbra





Também em Coimbra e arredores o dia 21 de Março tem uma agenda diversificada. A organização está a cargo da Associação Olhar 21

Dia 15 Março - Acção de Sensibilização nas Escolas para professores, assistentes operacionais e técnicos

Colaboração com alunos da Escola Secundária de Cantanhede da Área de Projecto: exposição sobre Trissomia 21 (de 21 a 25 de Março)

Dia 21 de Março - pelas 19 horas, demonstração musical do projecto "Olhar a Música". Este projecto é uma parceria da Associação Olhar21 com o Conservatório de Música de Coimbra.
Depois da demonstração musical haverá lugar para discussão com os professores, os parceiros do projecto, o presidente da Olhar 21, o Deputado Emídio Guerreiro e o Dr. Laborinho Lúcio, patrono da Associação Olhar21

Dia 26 de Março - Participação do Encontro de Familias na Maia

Dia 27 de Março - Encontro de Pais com a Dra Margarida Almeida do Hospital Pediátrico para se debater a importancia da intervenção precoce.

Mais informações no site da Associação Olhar 21

Comemoração do dia 21 de Março na APPT21

Como vem sendo hábito comemoramos no mês de Março, o Dia Mundial da Trissomia 21, a 21 de Março. este ano quisemos fazer algo de diferente. Porque não comemorarmos uma semana.

Vai daí juntámos muitos amigos e elaborámos um conjunto de iniciativas que vão deste ao espectáculo de Bailado que reverte para a nossa instituição, o dia aberto a todos os que desejarem visitar a nossa instituição e onde vão decorrer várias actividades e ao longo da semana de 16 a 26 de Março, vão decorrer várias acções de sensibilização por todo o país.

A companhia nacional de bailado, juntou-se a esta iniciativa e o espectáculo de dia 16 de Março (ensaio geral) reverte na totalidade para a instituição. Se estiver interessado em assistir a este espectáculo poderá ainda adquirir os últimos bilhetes através do 21 839 42 22.

No dia aberto (21 de Março), realizam-se várias iniciativas, estas todas já confirmadas:

11:00 - Apresentação do livro "Sara a Luz" | Sandra Morato

14:30 - Lançamento do Cd de Fichas de Actividades "Papa-Palavras" | Teresa Condeço

15:30 - Apresentação do Livro "Teresa e os Passarinhos" | Ana Cardoso

16:15 - Apresentação do Livro "O Cromossoma do Amor" | Bibá Pitta

17:00 - Apresentação do Livro "À procura de um lugar" | Fátima Marinho

18:00 – Lançamento do livro "Pelo amor às diferenças" | Miguel Palha

As iniciativas decorrem nas instalações do Centro de Desenvolvimento Infantil - DIFERENÇAS e estão abertas a todos os interessados.

No dia 26 de Março realiza-se na Maia um encontro de familias T21.

Todas as informações encontram-se actualizadas no nosso site em www.appt21.org.pt